Aquilo era pior do que qualquer filme romântico; era tão real que gritava alegria, vida e amor verdadeiro. Bill sentou-se na cadeira ao lado de Daniela e pousou a sua mão na barriga dela. Ela comia um queque, que pousou e cruzou os braços sobre a grande barrga. Olhou fixamente para as flores, tentando ignorar a paz absoluta do momento de ambos e o maldito latejar da sua cabeça, que lhe doía. Deixou-a cair no ombro de Bill.
- Estás bem? – Perguntou Bill ao seu ouvido.
- Sim. É só um pontapé.As mãos de Georg tremiam e transpiravam de tanta excitação. “Uma noite com os meus rapazes!”, pensava ele. Conprimiu os lábios para tentar manter-se calado. Ninguém ainda tinha se tinha pronunciado em relação à noite de ambos os sexos.
- Então e o que é que as meninas vão fazer esta noite? – Por muito que se esforçasse, a curiosidade levava sempre a melhor.
- É que nem pensem que vamos revelar-vos os nossos planos para esta noite, não é meninas? – disse Sophia, batendo no braço de Daniela.
- É que nem mais! – Disseram Marta e Catarina em coro.
- Podemos apenas dizer que vai ser … - disse Marta olhando para o tecto.
- MEMORÁVEL. – Gritou Daniela, levantando-se com esforço.
De novo, a gargalhda geral do costume. Muitas vezes, quando algum deles olhava para trás, era sempre estranho ver a quantidade de desastres e coisas do género que já lhes tinha acontecido. Era acima de tudo, motivo de orgulho. Era motivo de orgulho para todos, o amor e a alegria que cada um, à sua própria maneira transmitia aos outros. As discussões entre a Marta e o Tom pela quase partida para Londres, a amnésia do Bill, o encontro com a Catarina, a quase tentativa de suicídio do Tom, o sequestro do Bill e da Daniela, o nascimento do Billy, a notícia da gravidez da Daniela, o casamento de Gustav com Catarina, o acidente … uma infinidade de coisas que lhes haviam acontecido durante estes 5 anos que se passaram. E no final, quando tudo voltava ao normal, era um motivo de orgulho para todos, ver que o amor poderia passar por cima de todas as barreiras.
- Então e vocês? Onde vão levar o meu homem? – Catarina abraça Gustav por trás e beija-lhe ao de leve uma das suas faces.
- É que nem pensem que vos vamos revelar os nossos planos para esta noite, pois não? – Tom, com o seu ar provocador.
“Rastafari, és terrível!” – pensou Marta.
- Bem, eu só sei que já se está a fazer tarde. É melhor nós nos irmos preparar para a nossa noite memorável! – disse Sophia, dando um beijo na face direita de Tom.
- Até amanhã rapazes! –Disseram as raparigas ao saírem da cozinha.
Bill levantou-se rapidamente da cadeira onde se encontrava. Agarrou o braço de Daniela.
- Por favor, tem cuidado. – pediu-lhe. A sua voz falhava-lhe de tão baixinho que falava.
- Diverte-te. – Passou-lhe a mão pelo rosto. - Amo-te. – Beijou-lhe os lábios e seguiu-as.
Subiram as quatros as escadas, ajudando Daniela. Falavam sobre o restaurante, das roupas, das maquilhagens, riam-se … chegaram ao andar dos quartos e entraram no de Daniela, onde se encontravam as roupas escolhidas, com todos os instrumentos necessários para a maquilhagem perfeita e os sapatos.
- Meninas, antes de irmos para o restaurante temos de passar pela casa de mão do Tom para deixar-mos o Billy. – avisou Marta, despindo a sua camisa.
Todas acenaram com a cabeça, dando sinal afirmativo. Na hora que se seguiu, a confusão reinou no interior daquele quarto. No final, o resultado fora simplesmente perfeito. Marta, vestia uma saia um pouco acima do joelho, num rosa forte que fazia contraste com um corpete preto bem cintado. Os brincos compridos e prateados sobressaltavam no castanho-escuro do seu cabelo que lhe caía pelos ombros, chegando a meio das costas. Um simples eyeliner dava-lhe uma prfundidade diferente ao olhar.
Catarina, vestia também uma saia preta com pregas tapada até meio com a camisa branca aberta até ao segundo botão. Os sapatos de salto extremamente alto, davam-lhe a estatura de uma modelo perfeita. Sophia usava, como sempre, o estilo mais diferente. Vestia uma camisola vermelha feita de um tecido pareciado com cetim. Um dos ombros estava descoberto, fazendo com que o tom da sua pele brilhasse ainda mais do que costumava. Os calções pretos com riscas vermelhas, deixavam as suas esbeltas pernas descobertas, assim como o “G” que tinha tatuado no fundo do tornozelo. Daniela tinha uma túnica coberta de flores num tom laranja-quente. Era extremamente, quase nem se notava a sua volumosa barriga.
Desceram as escadas. Marta foi a correr em direcção à cozinha e já não havia sinais dos rapazes.
- Acho que já foram. – disse ela, ao chegar de novo à sala. Em cima da mesa da sala, jazia um pequeno bilhete escrito por Tom que dizia que eles tinham levado o Billy, e que o deixavam em casa da avó. Algo que facilitou a vida a todas.
- Então vá! Vamos divertirmo-nos, meninas! – Disse Sophia
Sairam da mansão redeadas por uma aura de boa-disposição e gargalhdas bastantes sonoras. Foram no jipe de Sophia, o maior carro que se encontrava na garagem.
- Meninas, onde é que vamos depois de jantar? – perguntou Sophia com um entusiasmo patente na voz.
Continuaa
desculpem , desculpem e desculpem :' prometo agora ser mais rápida (:
Que sweet :$, tu és mais acredita, és super simpática, e uma querida :]
Gosto tanto do teu hi5, é lindo mesmo lindo!